
Vou acordar a chuva.
Antes de entrar em seu quarto, umedeço os dedos na água do aquário e passo por seus gatos molhados. Na casa da chuva, até as plantas do jardim são de água.
O véu que a cobre é de fina organza líqüida.
Logo que a vi, ela estendeu os braços e, para minha surpresa, antes de me pedir um beijo, pediu foi um copo, um copo d’água.
2 comentários:
Que lindo isso. E a tua seleção de fotos é genial. Abçs.
Karl,
Adorei teu poema: um beijo molhado
pra ti!
marlene edir severino
Postar um comentário