
As coisas, quando as olhamos, não são mais externas, já estão em nós, são nós mesmos, voltam a ser externas com nossas palavras, voltam transformadas em coisas mortais.
As coisas, quando as olhamos, não são mais externas, violoncelo, por exemplo, quando olhamos – quatro cordas que se ferem com um arco –, quatro cordas não mais externas mas nós mesmos.
As coisas, quando as olhamos, não são mais externas, violoncelo, por exemplo, quando olhamos – quatro cordas que se ferem com um arco –, quatro cordas não mais externas mas nós mesmos.
Só pode haver mistério se uma das barcas é branca.
Mistério: respirar além dos ossos.
Mistério: respirar além dos ossos.
A barca que é branca nem o mar sente em suas águas
a
barca
a
barca
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