segunda-feira, 5 de novembro de 2007
AOS QUATRO VENTOS
Quando abro os olhos – estou vivo!
Quando os fecho – sou espírito!
Se respiro aos quatro ventos,
sou barco na corrente.
Se fecho os olhos,
posso ser qualquer coisa:
mandarim, pérola, enseada,
peixe, solidão, criança.
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